Martin Posts

A oposição angolana é cobarde, fraca, incompetente, sem ideologia e sempre na defensiva.

Enquanto as potências internacionais se desdobram no sentido de tomarem o controle do poder politico e econômico de vários países africanos, em especial Angola com a sua tão alta divida externa com a China, a oposição em Angola acobarda-se. Prefere ser “politicamente correta” do que enfrentar os desafios modernos e atuais do pais.

A oposição é fraca, cobarde e sem ideologia. Prova disso foi a UNITA, que publicamente demarcou-se da tão bem defendida tese do seu deputado Davide Mendes, que durante secção parlamentar apontou os riscos da privatização das empresas publicas, e o perigo de potencias internacionais, em especial Portugal tomarem o controle do nosso sistema econômico.

Do que pude perceber, o deputado em questão, nunca teve o objetivo de promover a xenofobia, simplesmente defendeu os interesses e a independência econômica do nosso pais.

Nada tenho contra a privatização, entre tanto, é do conhecimento de todos que os angolanos, com exceção dos governantes corruptos não têm capital financeiro para adquirir uma empresa. Por tanto, serão os estrangeiros a adquiri-las e tomarem o controle do nosso sistema econômico.

A nossa oposição, entre outras coisas, é também responsável pela corrupção e pelo caos politico, social, e econômico em que o pais se encontra. Acomodam-se com migalhas que lhes são dadas pelo MPLA.

O papel da oposição em qualquer democracia é procurar expor as fraqueza do governo, os problemas da sociedade, dar  sua opinião na legislação e defender os interesses dos seus eleitores, e não contentar-se com alguns assentos no parlamento que lhes são atribuídos por um partido, no caso o MPLA, ser politicamente correto, para  mendigar alguns  “Kwanzas” como crianças esfomeadas.

Sem oposição, não há fiscalização, não há pressão social por novas demandas, não há um fundamento para que a democracia continue a funcionar. O papel da oposição é informar ao público e trazer à tona o que ela considera correto ou incorreto nas políticas do governo.

De facto urge a necessidade da renovação da oposição, a criação de novos partidos políticos, que possam colocar no centro da sua existência, o interesse do pais e dos angolanos.

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